Artigos e colunas

O Sobrevivente da Croácia ( Revista Cross Country)

Sábado, 26/07/97.

Tive um pressentimento para não voar naquele dia. Meu amigo Matko e eu acordamos às 0600 da manhã, juntamos as coisas e fomos para Buzet, o local da competição. O tempo não parecia bom. Dirigimos dentro da chuva e o termometro do carro mostrava uma temperatura externa de 16ºC, muito baixa para esta época do ano.

O Urubú

Mello RS numa conversa, meio sem assunto, um amigo me pergunta se eu gostaria de voltar ao mundo , noutra encarnação, como tenista ou como jogador de futebol. Para ser franco, nem uma coisa, nem outra. Se outra vida me fosse dada à viver, mais adiante, eu preferia chegar a terra na pele de um urubu.

O trinômio perfeito: Piloto-Condição-Equipamento (Por Sivuca)

Sivuca Voando Livre

Uma forma bastante eficiente para garantir ou ao menos melhorar bastante a correta análise e interpretação de todas as variáveis que estão direta e indiretamente relacionadas ao ato de voar, é associa-las a conjuntos específicos. Desta forma, fica mais fácil dirigir a atenção aos itens princi-pais separadamente sem esquecer de nenhum deles. O êxito do vôo depende portanto, da perfeita harmonia entre os fatores :

Sobre o uso de orelhas:

BIG orelhas, são perigosos?

Trata-se, aparentemente, uma base e manobra bastante discreta, mas de repente veio para o olho do furacão no mundo internacional de parapente. Ele tudo começou em um PG fórum de discussão na internet, há alguns meses:

As dicas de Daniel Shmidt sobre conceitos de vôo asa delta

Técnicas de vôo livre - ASA DELTA

A>1/001:Asa Delta – EQUIPAMENTO – Nível 1+
Não engate um mosquetão em outro. Existe uma capa de uma das primeiras edições da Air Time com uma foto de um piloto no Cristo, (tirada da quilha) que é um exemplo do que não se deve fazer. Troque seu “mosquetão” de 3 em 3 anos, mas não o dê de presente para outro voador. Você só estará transferindo o problema.

As dicas de Daniel Shmidt sobre conceitos de vôo parapente

Técnicas de vôo livre - PARAPENTE

P>2/001:Parapente – EQUIPAMENTO - Nível 2+:
De tempo em tempo, dê uma tração de 5 Kg com uma balança em cada uma das linhas. Amarre o tirante em um poste e puxe linha por linha no local onde está presa a vela. Cuidado para não danificar as linhas, nem as alças. Normalmente elas costumam encolher mais nos tirantes “C” e “D” e nas pontas onde há pouca carga. Isto faz com que o parapente voe mais estolado e consequentemente fora de sua trimagem inicial. Isto é mais crítico em velas de competição que tem linhas longas e uma profundidade de vela pequena, aumentando a variação do ângulo de ataque de forma mais acentuada em função de pequenas variações de comprimento de linha.

As dicas de Daniel Shmidt sobre conceitos do vôo livre

Técnicas de vôo livre - ASA E PARAPENTE

P/A>2/001: Parapente – Asa delta – DECOLAGEM – Nível 2 +:
Quando há promessa de farofa, não chegue na rampa cedo demais (a não ser no Rio).
A espera pode torná-lo impaciente e fazê-lo decolar justamente pouco minutos antes do primeiro ciclo forte. Se pousar e subir de novo, a melhor hora já passou.
Não aconselho uma espera maior que 1 hora e meia.

Dicas para alcançar os céus - Herik Mauerberg

Herik"Voar não é um esporte. Voar é viver. Define quem és, como pensas, como escolhes as amizades. Dependendo da severidade da paixão, voar também define a rapidez com que se abandonam os amigos não-voadores."
Quando qualquer paixão rege a vida, é natural que não apenas se pense nela constantemente, mas também se entre em pensamentos filosóficos sobre ela. Mais tarde ou mais cedo, começa-se a reconhecer as etapas da adição. Existe a fase inicial da experimentação: a emoção do primeiro vôo, os pés a largarem o solo pela primeira vez, a respiração contida e a sensação estranha no estómago, à medida que a terra se afasta.