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Para sair, liberar as orelhas para dissipar então a energia da rotação endireitando-se em sua selete e fazendo mais 2 ou 3 voltas.

Esta manobra exige muito das linhas. Nenhum problema com equipamento novo, mas não faça isto frequentemente. Não faça isto se suas linhas estiverem começando a ficar velhas.


Super-Orelhas (Huge Ears)

No começo eu não conseguia alcançar as linhas alto o bastante para puxar os orelhões, assim eu desenvolvi um método para resolver meu problema. Agora, quando eu faço os orelhões, mais de 2/3 da asa estão acenando como as orelhas de um elefante africano e eu uso somente uma linha exterior de cada tirante A.

Eu agarro, tão alto quanto eu possa, a linha ‘A’ exterior esquerda com minha mão esquerda e a linha ‘A’ exterior direita com minha mão direita e as puxo para baixo lentamente, uma de cada vez.

Então eu uno minhas mãos e agarro as duas linhas em uma mão a fim de livrar a outra mão, que eu uso para agarrar ambas as linhas mais alto e as puxo para baixo lentamente.

Isto feito, livro agora a outra mão e a uso para agarrar as duas linhas mais alto para puxá-las para baixo e assim por diante.

Repetindo-se as últimas etapas é possível fazer orelhões *muito* grandes, que eu chamo as super-orelhas, usando somente uma linha de cada lado.

Aplique então algum acelerador.

Não é a mesma coisa que puxar duas linhas de cada lado, a forma do velame restante é diferente neste caso.

Para fazer curvas, eu pego uma das linhas em cada mão e as uso como freios.

Deslocamento do peso ajuda, mas não muito.

Até agora nunca precisei fazer espirais, já que com as super-orelhas atinge-se facilmente -7 m/sec. Eu acho que entrar em uma espiral com orelhas seria mais fácil usando as linhas A como freios do que usando somente o deslocamento do peso (tipo de orelhas assimétricas).

Nunca mantenha as super-orelhas abaixo de 200 m.

Jerome Daoust: L2 - 2003/10/10.

Tradução:Vital Homo Batista